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ANA atua na prevenção de cheias na bacia do Paraná

por ASCOM/ANA publicado 07/02/2007 00h00, última modificação 14/03/2019 16h33
Dois especialistas da Agência Nacional de Águas – ANA foram enviados nesta terça-feira, 06/02, para fazer o acompanhamento da evolução da cheia na bacia do Paraná, como medida preventiva. Ambos atuam no trecho abaixo da usina hidrelétrica de Jupiá, na fronteira entre São Paulo e Mato Grosso do Sul,
Dois especialistas da Agência Nacional de Águas – ANA foram enviados nesta terça-feira, 06/02, para fazer o acompanhamento da evolução da cheia na bacia do Paraná, como medida preventiva. Ambos atuam no trecho abaixo da usina hidrelétrica de Jupiá, na fronteira entre São Paulo e Mato Grosso do Sul, em parceria com a Companhia Energética de São Paulo – Cesp e com as defesas civis dos dois estados, para mapear as áreas que podem ser inundadas e permitir a evacuação das populações e animais da região.

A hidrelétrica de Jupiá pode, em operação normal, liberar um volume de até 16 mil metros cúbicos por segundo. A partir desta quinta-feira, 08/02, este valor terá de subir para 18 mil metros cúbicos por segundo, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS. Por isso, a ANA enviou seus especialistas e informou os governadores de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul sobre a situação da bacia do Paraná e a necessidade do aumento do volume de água que deverá ser liberada de Jupiá.

Conforme os Procedimentos de Rede do ONS, a responsabilidade, para todos os efeitos legais, pela operação de controle de cheias de cada reservatório é sempre do respectivo agente de geração proprietário, neste caso a Cesp.

Sala de situação da ANA

Funciona como um centro de gestão de situações críticas e subsidia a tomada de decisões, através do acompanhamento das condições hidro metereológicas dos principais sistemas hídricos nacionais. O objetivo é identificar previamente possíveis ocorrências de eventos críticos, permitindo a adoção antecipada de medidas amenizadoras.