Você está aqui: Página Inicial > Notícias antigas > Agência conclui primeira certificação de empreendimento do Prodes

Agência conclui primeira certificação de empreendimento do Prodes

por ASCOM/ANA publicado 08/05/2008 00h00, última modificação 14/03/2019 16h34
O diretor-presidente da ANA, José Machado, participou da cerimônia de conclusão da certificação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) José Cirilo/São Joaquim em abril. O empreendimento está localizado no município mineiro de Muriaé e beneficia cerca de 13,4 mil ha
Raylton Alves

O diretor-presidente da ANA, José Machado, participou da cerimônia de conclusão da certificação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) José Cirilo/São Joaquim em abril. O empreendimento está localizado no município mineiro de Muriaé e beneficia cerca de 13,4 mil habitantes. Este é o primeiro projeto que teve a certificação concluída no âmbito do Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes), da ANA, cujo objetivo é reduzir os níveis de poluição por esgotos domésticos nas bacias brasileiras. Em Muriaé, houve 12 certificações periódicas em três anos.

Em 2002, o Prodes contratou o empreendimento da ETE José Cirilo/São Joaquim. A estação pode abater 544kg de carga orgânica por dia, total que acabaria despejado no rio Muriaé, o qual faz parte da bacia do rio Paraíba do Sul. A ANA investiu R$ 336,1 mil no projeto.

Durante o evento de conclusão da certificação da ETE, além do diretor-presidente da ANA, estavam presentes: o presidente do Comitê para Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), Paulo Teodoro de Carvalho; a diretora do Departamento de Saneamento Urbano de Muriaé (Demsur), Maria Aparecida Monteiro; e o prefeito de Muriaé, José Braz.

Saiba mais sobre as fases do Prodes

Após o lançamento do edital e a inscrição dos empreendimentos, as propostas são analisadas pela ANA. Depois da fase de habilitação, o próximo passo é contratar os projetos. Em seguida, os recursos são aplicados num fundo de investimento do Prodes na Caixa Econômica Federal. O dinheiro apenas é liberado quando as ETEs estão operando plenamente e atingindo as metas definidas em contrato, o que é auferido pelas certificações periódicas realizadas pela Agência.